QUEM SOMOS
Há pelo menos nove anos o Grupo Baobá se dedica à pesquisa relacionada às culturas populares tradicionais e a diversidade cultural brasileira.
Distintas práticas culturais têm sido ponto de partida de nossas pesquisas, sugerindo questões de ordem prática e teórica, dando suporte às nossas ações. Expressões culturais tradicionais como as congadas paulistas e mineiras, os jongos, o batuque de umbigada, o samba rural paulista, o bumba-boi maranhense, o cacuriá, os cocos nordestinos, o fandango caiçara, a produção de gravuras e cordéis, bem como as técnicas de construção artesanal de instrumentos de percussão têm sido ao longo desses anos pesquisados, vivenciados e registrados pelo grupo.
Diante do interesse atual pelas culturas populares tradicionais de matriz africana que se verifica, nos últimos seis anos a formação de educadores/as tem sido uma questão central ao grupo. Assim, temos atuado junto a escolas públicas e particulares e redes de ensino, com o objetivo de sensibilizar seus atores para a diversidade cultural brasileira, contribuindo para a implementação da Lei 10.639/2003, que torna obrigatório às escolas brasileiras o ensino de História da África, da Cultura Aro-Brasileira e Africana.
As festas são um espaço importante para a qual a equipe do Grupo Baobá se volta. Compreendidas para além da mera celebração, as festas populares revelam aspectos históricos da comunidade na qual é produzida, sendo por nós compreendida em toda sua complexidade, mas acima de tudo, como intenso processo de construção de conhecimento, reafirmação de identidades e resistência cultural.
Membros Fundadores
Alex Macedo
* Músico percussionista especializado em ritmos tradicionais brasileiros. Atua há mais de dez anos junto a comunidades, pesquisando a musicalidade, bem como técnicas de construção artesanais de instrumentos de percussão. Dessa experiência, ministra oficinas para escolas, ONGs e prefeituras que têm interesse em trabalhar o repertório das culturas populares.
Mariana Galvão
* Mestre em Educação (USP), pesquisa há 12 anos as culturas populares do Sudeste. É formadora de professores, atuando em diversas prefeituras no Estado de São Paulo e Nordeste. Realizou livros paradidáticos em que vincula os saberes tradicionais ao espaço escolar.
Vado Pimenta
* Pesquisador das culturas populares há mais de dez anos, é luthier e artista plástico. Atua em oficinas em espaços culturais, ONGs e secretarias de Educação. É membro fundador do Fórum de Cultura Popular de São Paulo e da Cooperativa Paulista de Cultura Popular.
* Músico percussionista especializado em ritmos tradicionais brasileiros. Atua há mais de dez anos junto a comunidades, pesquisando a musicalidade, bem como técnicas de construção artesanais de instrumentos de percussão. Dessa experiência, ministra oficinas para escolas, ONGs e prefeituras que têm interesse em trabalhar o repertório das culturas populares.
Mariana Galvão
* Mestre em Educação (USP), pesquisa há 12 anos as culturas populares do Sudeste. É formadora de professores, atuando em diversas prefeituras no Estado de São Paulo e Nordeste. Realizou livros paradidáticos em que vincula os saberes tradicionais ao espaço escolar.
Vado Pimenta
* Pesquisador das culturas populares há mais de dez anos, é luthier e artista plástico. Atua em oficinas em espaços culturais, ONGs e secretarias de Educação. É membro fundador do Fórum de Cultura Popular de São Paulo e da Cooperativa Paulista de Cultura Popular.
Membros colaboradores
Bruno Toledo
* Fotógrafo e pesquisador das culturas tradicionais brasileiras e latino-americanas. Integrou o grupo Baobá no projeto do livro "Guardiãs da História", sendo também seu organizador. Atuou ainda nas oficinas de fotografia com membros da comunidade quilombola Brotas e do quilombo Cambury.
Maria Clara Viana
* Designer gráfica, realizou o projeto gráfico do livro "Guardiãs da História".
* Fotógrafo e pesquisador das culturas tradicionais brasileiras e latino-americanas. Integrou o grupo Baobá no projeto do livro "Guardiãs da História", sendo também seu organizador. Atuou ainda nas oficinas de fotografia com membros da comunidade quilombola Brotas e do quilombo Cambury.
Maria Clara Viana
* Designer gráfica, realizou o projeto gráfico do livro "Guardiãs da História".
Marcela Weickert
* Designer gráfica, realizou o projeto gráfico do livro "Brotas, um quilombo em Itatiba".
Parceiros
Simpatizantes
7 de jun. de 2009
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Salve, salve Grupo BAOBÀ...ABÇ
ResponderExcluirOi! Achei muito interessante o trabalho que o grupo divulga sobre a formação de professores para lidar com a questão da diversidade. Gostaria de trocar idéias sobre esta experiência com as comunidades quilombolas.
ResponderExcluirPrezados Alex Macedo e Vado Pimenta,
ResponderExcluirVi o vídeo "Construção do Pandeiro" no Youtube e me interessei em adquirir um pandeiro.
Como posso obter mais informações?
Abraços,
João Mota